CLDF: farinha pouca meu pirão primeiro

Por Mino Pedrosa

Parlamentares da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), trabalham sem a vergonha de praticar tráfico de influência para robustecer as finanças próprias e de familiares. Alguns, exploram tanto a vaidade que não hesitam em usar o Óleo de Peroba na “cara de pau”. O presidente Rafael Prudente que carrega o sobrenome daquele que recebia pagamentos de propinas no governo de José Roberto Arruda, fazendo agradecimentos a nosso senhor Jesus Cristo pelo tratamento privilegiado. Após esconder a propina na meia.

No Setor de Indústria e abastecimento (SIA), um imóvel de Rafael Prudente, alugado para o Banco Regional de Brasília (BRB), com um contrato hiper avaliado segundo os corretores de imóveis, alimentava o bolso de Prudente com R$ 160.000,00 (cento e sessenta mil reais) mensais. Logo após virar presidente da CLDF, de posse da caneta poderosa, o Palácio do Buriti foi palco do encontro entre o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa e o governador interino do Distrito Federal, Rafael Prudente, que entre um café e outro, tenta convencer o presidente do banco a fazer mais um aditivo no contrato que já foi elevado para R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) no aluguel do prédio onde fica balizado o Centro de Tecnologia da Informação (TI), do BRB.

O presidente da CLDF conduz seus pares como um peão boiadeiro toca uma boiada. Vai ditando os comandos e os demais vão seguindo, sem saber dos interesses que estão por trás das cortinas.

Abaixo assista o vídeo da oração da propina: